O Bastonario

Prezados Membros Coletivos!
Cariíssimos beneficiários dos trabalhos dos engenheiros!
“…vamos aprendendo que nada é impossível de solucionar, apenas siga adiante,” (Papa Francisco)
Por força do Decreto-Lei n.º 10/2008, de 17 de março, a Ordem dos Engenheiros de Cabo Verde, tem como...               Ler +...

Membros Associados

Engenheiros Associados a OECV
inscritos

Areas de Interesse

Exercicio da atividade de engenharia
Fórum e colóquios de engenharia     
Formações e ações de capacitação 
Programas e estágios de adaptação

Visão Estratégico

Para este primeiro mandato, Victor Coutinho promete que a OECV “tem que mudar”, de modo a mobilizar os colegas engenheiros para a Ordem, que de 900 membros passou para cerca de 300 em situação regular e com direito de voto. 

Recuperar o prestígio que merece é o que propõe para a Ordem este engenheiro, para quem a mobilização dos colegas passa pela realização de actividades, formação e muita criatividade para que todos possam exercer a engenharia em boas condições e não apenas porque os estatutos ‘obrigam-nos’ a serem membros da OECV.

“A ideia é trabalhar muito bem o factor humano para ter engenheiros muito mais motivados, resolver a questão da capacitação dos mesmos e elevar a nossa capacidade competitiva e concorrencial, com formação e pós graduações, actualização de conhecimentos, formação em línguas e abertura para novos mercados”, garantiu.

Para o novo bastonário, é importante também dar atenção aos engenheiros ainda no desemprego ou em situação de contractos altamente vulneráveis, assim como investir na internacionalização da engenharia cabo-verdiana.

De acordo com Victor Coutinho, valerá a pena apostar na abertura à sociedade civil para estimular o voluntariado na engenharia e numa relação muito próxima com as universidades que formam os futuros engenheiros.

A revisão de um conjunto de normativos estatutários da Ordem também faz parte das prioridades no novo bastonário, que defende a alteração do modelo da assembleia-geral para uma assembleia representativa.

“Uma organização que tem 900 engenheiros não pode realizar uma assembleia-geral com todos os membros e a ideia é alterar esse figurino para a representação por regiões”, referiu, destacando, por outro lado, a proposta de reforçar as estruturas regionais para aumentar a sua autonomia organizacional e financeira.

Outra meta da nova direcção é criar representações, pontos focais ou regiões na diáspora, concretamente em Angola e Portugal, onde já trabalha um número significativo de engenheiros cabo-verdianos.

A criação do portal do engenheiro figura entre as acções a serem desenvolvidas neste mandato, acrescentou Victor Coutinho, que pretende valorizar a comunicação rápida da Ordem com os seus membros e a disponibilização de um conjunto de informações úteis para a sua vida profissional.

A questão da sede vai estar também dentre as preocupações da equipa do novo bastonário, que se propõe clarificar o assunto referente ao título de propriedade desse espaço que já deu muito que falar.

“Temos que trabalhar, nos próximos anos, na sua clarificação. Ou ficamos ou saímos, mas temos que clarificar a situação para não ficarmos dependentes da boa vontade ou ficamos expostos a qualquer despejo que pode acontecer a qualquer momento”, justificou, prometendo uma aposta séria no diálogo com o Património do Estado para clarificar a situação e resolvê-la definitivamente.

De resto, Victor Coutinho, que é engenheiro civil e industrial e actualmente está no privado como consultor e projectista, quer que a OECV seja uma voz activa nas reformas legislativas relacionadas com a engenharia e que a Ordem tenha projecção internacional.